Em noite escura e fria.
Sinto o delicado zelo.
No segundo que move o ponteiro.
Deve ter sido o medo.
Leve desespero,
Percorrendo tantas vias.
Vejo Pranto, pequeno apelo.
Contempla da alma, o desapego.
Pode ter sido o medo.
Leve desespero,
Caminhada triste, sozinha.
Gota d’agua,
Para a sede de um mundo inteiro.
Agora sei o que é o medo.
(Tony Ferreira)

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Nunca tinha visto teu lado poeta.
ResponderExcluirComo diria Vinícius de Moraes, pra fazer um samba com beleza é preciso um bocado de tristeza senão não se faz um samba não.
Poderíamos tentar encontrar os outros poetas da PIB e organizarmos um sarau de poesia, o que achas?
Temos a irmã Rosinha já, tu e eu.